terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Dicas para ser um bom guitarrista

  É claro que algumas pessoas têm mais facilidade em aprender um instrumento do que outras, mas uma coisa que todo bom músico tem em comum são muitas horas de estudo. Não existe formula mágica, procure um bom professor e acima de tudo estude, estude, estude! Outra coisa importante é saber que sempre há muito o que aprender com os outros. Humildade é essencial para se desenvolver como músico. A seguir, algumas dicas práticas para chegar lá:
1) Ouça muita música – Compre um bom fone de ouvido, vá para o seu quarto, apague a luz e ouça com atenção.
2) Ouça de tudo – Não tenha preconceito com algum estilo musical, amplie seus horizontes. Existe música boa e música ruim em qualquer estilo.
3) Invista no seu equipamento – É melhor você ter apenas uma boa guitarra, um bom amplificador e um bom pedal delay do que ter um monte de equipamento ruim que só vai te dar dor de cabeça.
4) Estude, estude, estude – Procure um bom professor, bons métodos, freqüente cursos e workshops etc.
5) Divirta-se – Nada disso faz sentido se tocar guitarra não for algo prazeroso!

sábado, 7 de agosto de 2021

Aprenda a tocar violão e guitarra do absoluto ZERO!

 

 Se você é iniciante e quer aprender a tocar violão e guitarra de modo rápido, prático e sem complicações, começando a partir do ZERO, sem teorias cansativas, utilizando o instrumento a partir das primeiras aulas e conseguindo resultados imediatos, você precisa conhecer o nosso método revolucionário de ensino musical através do Curso de Violão e Guitarra - Nível Zero Para Leigos, que é um guia digital completo, com 500 páginas de profundo ensino musical acompanhado de 63 aulas gravadas,, com explicações e exercícios passo a passo. Esse curso contém tudo que você precisa para tocar violão e guitarra no dia a dia, sendo indicado para iniciantes e para aqueles que sabem pouco e querem aprimorar os seus conhecimentos musicais. As aulas são explicadas minuciosamente pelo professor, onde são utilizados exemplos, músicas, ritmos e muito mais. Com o nosso método, você terá em mãos, um material de estudos objetivo, gradual e de fácil entendimento, preparado para quem deseja aprender definitivamente violão e guitarra partindo do absoluto zero. 


O curso conta com o seguinte material de estudos:

Guia digital completo com 500 páginas de profundo ensino musical.
63 aulas gravadas passo a passo
Caderno digital de exercícios.
Caderno digital de gabaritos
Caderno digital de anotações para acordes, tablaturas e partituras.
Harmonização - Caderno digital de Estudos Teóricos e Práticos
Escalas e Modos Gregos - Caderno digital de Explicações e Exemplos
Curso Básico de Teoria Musical Para Iniciantes
Cifras com ritmos explicados para violão e guitarra
Dicionário de acordes
Certificado de Conclusão

Técnicas de guitarra - O vibrato

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O que é?

  O vibrato é uma das técnicas básicas da guitarra, ele serve para dar mais intensidade a qualquer nota tocada na guitarra, principalmente em solos. Ele é utilizado em todos os estilos de música, desde o jazz até o metal.

Como se faz?

  O vibrato é composto por sucessivos mini bends realizados em torno de uma determinada nota. Ele pode ser executado de duas formas. Na primeira você faz movimentos curtos com o dedo que está segurando a nota, para cima e para baixo. Na segunda, você mantém esse dedo fixo e gira o pulso, dessa forma o dedo vibra sem você precisar movimentá-lo. Para conseguir um vibrato suave, pratique devagar no início. Experimente o vibrato em seus solos tocando com e sem distorção. O vibrato também é uma ótima técnica para controlar o feedback da guitarra, quando ela está com muita distorção e sobrando microfonia. Dá um ótimo efeito!

Quem Faz?

  Todo mundo usa o vibrato, mas para entender bem como ele pode mudar uma música, ouça Summer Song, de Joe Satriani, que é um mestre do vibrato. Outro guitarrista conhecido por seu vibrato e um incrível feeling ao solar é David Gilmour, do Pink Floyd.


Principais tipos de bends

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Bend - O bend simples consiste em levantar ou abaixar a corda partindo de uma nota para atingir o som de outra.
 
Bend Release - É o tipo de bend no qual após a chegada na nota desejada você volta à nota de origem.

Pré-Bend - Também conhecido como reverse bend, consiste em puxar a corda e só depois palhetar, dando a impressão de um bend ao contrário, como se ele fosse do agudo para o grave. É importante o domínio dos bends básicos para utilizarmos o pré-bend, porque você antes de tocar já tem que saber o quanto vai levantar.

Bend em Uníssono - Esse é um tipo de bend muito usado. Consiste em dar o bend junto com outra nota em uma corda diferente e afinar o bend de acordo com a nota mais aguda, até chegar na igualdade dos sons, uníssonos.
 
Bend Duplo - O bend duplo dá uma temperada em qualquer solo, fazendo com que o mesmo fique com uma pegada "animal". Consiste em esticar duas cordas ao mesmo tempo.

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A arte e a técnica do bend

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  O que é um bend? Se você não sabe, com certeza já ouviu falar. Bend é uma técnica no qual você levanta ou abaixo a corda do instrumento para chegar em outra nota. Quando curvamos a corda, a nota que era tocada tem sua afinação mudada, elevada a uma nota mais aguda. Você pode tocar bends de ¼, ½, 1, 1 ½, 2 tons, o quanto você e principalmente suas cordas agüentarem.
 Essa técnica é muito usada na guitarra moderna, pois dá ao guitarrista um caminho adicional para expressar suas idéias. Sem a habilidade para conseguir essa textura mais ligada do bend, nosso instrumento passa a reagir de forma mais estática, como se fosse um piano. Por isso existe no meio da guitarra, a expressão solo "pianístico", ou seja, o guitarrista tocou o solo sem tocar uma técnica que diferencie instrumentos de cordas com os de teclas, ele só tocou as notas sem utilizar bend, tapping, hammer-on, pull-offs, alavancadas, etc.
  Abaixo você pode ver a utilização dessa técnica:
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  Para um bom bend, são necessárias três coisas: limpeza, afinação e segurança. Afinação para que a nota que você alcançar utilizando o bend afine com o acorde tocado na harmonia. Os grandes mestres dessa técnica são conhecidos por suas afinações precisas, independente de velocidade ou região do braço da guitarra, mas isso leva um pouco de tempo para seu ouvido começar a perceber quando está desafinado e quando não. Limpeza para que você não toque outras cordas ao tocar um bend, isso faz com que a nota desejada fique sem definição. Pode se dizer que afinação e limpeza estão diretamente ligadas à segurança que você tem ao tocar um bend. Um bend tímido geralmente desafina e sai meio sujo, então, agarre as cordas e levante com toda certeza do mundo.

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  Em sua execução são importantes alguns conceitos básicos. Primeiro, para executar um bend, é necessário colocarmos o polegar em cima do braço, nos ajudando a fazer uma alavanca para levantar a corda. Dependendo do dedo com que você fará o bend sua forma de fazê-lo será diferente. Sempre costumamos "ajudar" o dedo que está levantando a nota com os demais atrás, por exemplo, se estamos levantando a corda com o dedo três, devemos colocar o dedo 2 e o dedo 1, cada um em uma casa anterior a casa onde foi executado o bend. Com o dedo 4, atrás teremos dedo 3, 2 e 1. Com o 2, o dedo 1.
  É comum também deixar o dedo 1 levantado verticalmente as cordas, isso ajuda na limpeza, abafando as cordas indesejadas. Para fazer um bend com o dedo 1, é necessário abusar ainda mais do polegar em cima do braço do instrumento, porque ele vai dar o apoio necessário para você executar o bend.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Exercícios para Guitarra - Habilidade e Velocidade


  Uma coisa que separa os bons guitarristas dos péssimos e ter boa habilidade nos dedos e sons limpos. É importante para o guitarrista iniciante ou intermediário praticar técnicas que irão aumentar a habilidade dos dedos. Abaixo estão algumas técnicas que irão fazer melhorar a habilidade e velocidade dos dedos.
  Abaixo está um exercício básico para treino. Ele pode ser um pouquinho entediante. Mas, assegure-se de tocar as notas limpas e no tempo. Comece estudando vagarosamente. O objetivo é dar força na digitação e você tem que começar devagar para conseguir isto. Aumente a velocidade aos poucos até você conseguir tocar em uma velocidade razoável. Toque descendo e subindo no braço da guitarra. 

||---------------------------------------------------------------1-2-3-4-|
||-----------------------------------------------------1-2-3-4-----------|
||------------------------------------------1-2-3-4----------------------|
||----------------------------1-2-3-4------------------------------------|
||--------------1-2-3-4--------------------------------------------------|
||-1-2-3-4---------------------------------------------------------------|

  O próximo exercício é similar, somente tem um desenho diferente. Assegure-se de usar os 4 dedos e que os sons extraídos sejam limpos.

||-1-4-2-3----------------------------------------------------------------|
||------------1-4-2-3-----------------------------------------------------|
||-------------------------1-4-2-3----------------------------------------|
||-------------------------------------1-4-2-3----------------------------|
||---------------------------------------------------1-4-2-3--------------|
||----------------------------------------------------------------1-4-2-3-|

 Abaixo está um riff simples para praticar sempre, subindo e descendo na escala da guitarra. 

||-------------------------------------------------------|
||-------------------------------------------------------|
||----------6-7-9-7-6-----------6-7-9-7-6----------------|
||---7-9------------------9-7-9--------------------------|
||-------------------------------------------------------|
||-------------------------------------------------------|

  A partir do momento que você ganhar habilidade nos dedos, você estará preparado para começar a estudar Escalas e Modos. Abaixo um modo simples.

||--------------------------------------------------12-13-15---|
||-------------------------------------12-13-15----------------|
||----------------------------12-13----------------------------|
||--------------12-14-15---------------------------------------|
||-12-14-15----------------------------------------------------|
||-------------------------------------------------------------|

  Agora vamos brincar um pouco. Perceba o desenho usado. Você pode usá-lo em todas as escalas e modos. Isto funciona para ganhar velocidade e habilidade nos dedos.

||-----------------------------------------------------------|
||-----------------------------------------------------------|
||-----------------------------------------------------------|
||-------------12----------12-14-----12-14-15--12-14-15---|
||-12-14-15----14-15---------15--------------------------------|
||-------------------------------------------------------------|


||------------------------------------------------------------------|
||------------------------------------12----------12-13-------------|
||--12---------12-14-----12-14----12-14----------14-----------------|
||-------14-15-------15---------------------------------------------|
||------------------------------------------------------------------|
||------------------------------------------------------------------|

||------------------------------12----------12-13-----12-13-15--|
||-12-13-15--12-13-15------13-15----------15--------------------|
||--------------------------------------------------------------|
||--------------------------------------------------------------|
||---------------------------------------------------------------|
||---------------------------------------------------------------|

  Você também pode tocar de trás para frente. É bom tocar essa sequência como aquecimento dos dedos. Assegure-se de fazer um aquecimento antes de tocar uma longa "jam session". Faça o aquecimento com os exercícios acima, ou praticando escalas.

  Estes exercícios podem trazer grandes benefícios se os mesmos forem praticados corretamente.



segunda-feira, 1 de julho de 2019

Como montar acordes com pestana


 É denominada pestana o artifício de prender duas ou mais notas com o mesmo dedo. Sua vantagem é que os acordes passam a ser móveis, a mesma posição pode ser tocada em diferentes casas pelo braço do instrumento, fornecendo-lhe 12 acordes diferentes nas 12 primeiras casas. Existem quatro posições básicas de pestana, derivadas dos acordes de E, A, C e G, sendo que as de E e A , são as mais fáceis de adaptar para acordes menores, e com sétima.

Exemplo – Posição de E

O primeiro passo para tocarmos um acorde com pestana é trocar a posição dos dedos, rearranjado-os de acordo com a figura 1. Montando essa mesma posição uma casa acima e prendendo as cordas soltas com a pestana feita pelo dedo indicador temos o acorde de F. figura 2

  Sempre toque corda por corda para ouvir a sonoridade extraída. Se alguma corda estiver “abafada” tente apertar um pouco mais, ou posicionar melhor o dedo polegar atrás do braço. O processo para obter acordes com pestana derivados de outras posições é o mesmo, valendo também para os menores e com sétima. Abaixo vocês poderão conferir alguns padrões de acordes usados nos 4 formatos. Maiores, menores e maiores com sétima nos formatos de E e A.E maiores e maiores com sétima em C e G, devido a digitação do acorde menor ser mais “encrenca” nesses formatos. Reparem que o acorde de Db7 no formato de C, não faz uso de pestana, porém é um acorde móvel se abafarmos a primeira corda ( E ) da guitarra. Enquanto não temos um conhecimento intervalar, os acordes receberão o nome sempre através da nota mais grave.

Formato E

Formato A

Formato C e G





terça-feira, 4 de junho de 2019

A Guitarra Fender


  Em 1944, Leo Fender, que tinha uma oficina de consertos de rádio, associou-se a Doc Kauffman, ex-empregado de Rickenbacker, para criar a companhia K&F. Produziram uma série de amplificadores e steel guitars (instrumento semelhante a guitarra Havaiana).

  Leo Fender julgava, acertadamente, que os pesados ímãs dos captadores usados então não precisavam ser tão grandes. Para experimentar um novo captador que projetou, montou-o numa guitarra maciça, cuja forma se baseava na guitarra havaiana, mas que tinha escala com trastes, como numa guitarra normal. O instrumento deveria servir apenas como demonstração para a eficiência do captador, mas logo passou a ser procurado por músicos country locais. Na verdade, tornou-se tão popular que havia uma lista de espera de pessoas que desejavam alugá-lo. Logo em seguida, Leo Fender rompeu a sociedade com Doc Kauffman e estabeleceu-se por conta própria; passou, imediatamente a trabalhar no projeto de um novo instrumento.

  Ele se preocupava com a utilidade e a praticidade, não com a estética. Queria fazer um violão normal, com um som claro como o da guitarra elétrica havaiana, mas sem os problemas de ressonância e feedback associados à caixa acústica tradicional. O resultado de seu trabalho foi a Broadcaster, que passou a ser fabricada a partir de 1948. A Broadcaster tinha braço desmontável, semelhante ao dos banjos da época. Isso era apenas uma questão de conveniência, pois Fender sabia que o braço é a peça do instrumento que tem maior probabilidade de causar problemas, e seu desenho "modular" permitia a substituição em apenas alguns minutos. Quanto ao corpo, quando o acabamento era natural a madeira usada era o freixo; quando pintado, o amieiro. A paleta tinha todas as tarraxas de um lado só, o que facilitava a afinação e evitava ter que dispor as cordas em leque. A Broadcaster tinha dois captadores de bobina simples, conectados a um botão seletor de três posições; uma posição correspondia ao captador traseiro, outra ao dianteiro e a terceira ao dianteiro e mais um captador especial. A guitarra original tinha o mesmo cavalete ajustável das Telecaster atuais: três parafusos ajustam a altura e o comprimento de escala de pares das cordas. A Broadcaster tinha também uma placa de proteção removível, que cobria o cavalete e o captador traseiro. As Telecaster ainda contam com essa placa que, no entanto, é raramente vista nas guitarras em uso, porque a maioria dos guitarristas acha que atrapalha sua técnica. Em 1954, Fender começou a produção da Stratocaster. Essa guitarra (e mais a Telecaster e os instrumentos que Les Paul fazia então para a Gibson), determinou os padrões de projetos de guitarras maciças desde então. No decorrer de 1955, Leo Fender contraiu uma infecção estereptocócica que lhe traria problemas durante dez anos. Em meados dos anos 60, ele estava convencido de que teria pouco tempo de vida e assim decidiu liquidar seus negócios. Em 1965, vendeu toda a companhia Fender à CBS, por 13 milhões de dólares. Pouco depois, trocou de médico e se curou. Em dois meses, voltou a atividade, agora como consultor de projetos para a CBS Fender, trabalhando em seu próprio laboratório de pesquisas. Esse acordo durou cinco anos. A partir de então, com sua própria companhia de pesquisas, a CLF Research Company, Leo Fender trabalhou nos instrumentos Music Man (com exceção dos amplificadores) e nas guitarras G&L.

O Captador Fender

  Os modelos Telecaster e Stratocaster da Fender são as guitarras mais freqüentemente identificadas com o "som" do captador de bobina simples, claro e vigoroso, mas com agudo penetrante. Em vez de usar um único ímã de barra, Leo Fender utilizou seis ímãs individuais, cada um com uma altura ligeiramente diferente, para ajudar a equalizar o volume amplificado das seis cordas. A bobina é enrolada ao redor dos seis ímãs.

  Quando foi lançada, em 1954, a Stratocaster tinha três características que a distinguiam imediatamente como uma guitarra revolucionária. Em primeiro lugar, o corpo era desenhado para oferecer o máximo conforto: recorte duplo, bordas chanfradas e a parte superior traseira do fundo dotada de uma depressão abaulada. Além disso apresentava um vibrato ou "trêmolo", magnificamente projetado, embutido num cavalete "flutuante" especial. Era a primeira guitarra maciça de três captadores, que ligava um de cada vez. Cedo, porém, os guitarristas descobriram que era possível equilibrar o seletor entre as duas posições, o que produzia um som "fora de fase" todo especial. Percebendo a atração dessa característica a Fender passou a usar um seletor de cinco posições. Assim como a Telecaster, a Stratocaster permaneceu basicamente inalterada ao longo dos anos. Em 1972, a Fender introduziu o ajuste "Micro-Tilt" e um tirante com a extremidade de ajuste em forma de bala. As Stratocaster são fornecidas em diversas cores e acabamentos, com escala em madeira clara ou escura.



terça-feira, 23 de abril de 2019

Segredos do bom guitarrista


É claro que algumas pessoas têm mais facilidade em aprender um instrumento do que outras, mas uma coisa que todo bom músico tem em comum são muitas horas de estudo. Não existe formula mágica, procure um bom professor e acima de tudo estude, estude, estude! Outra coisa importante é saber que sempre há muito o que aprender com os outros. Humildade é essencial para se desenvolver como músico. A seguir, algumas dicas práticas para chegar lá:

1) Ouça muita música – Compre um bom fone de ouvido, vá para o seu quarto, apague a luz e ouça com atenção.
2) Ouça de tudo – Não tenha preconceito com algum estilo musical, amplie seus horizontes. Existe música boa e música ruim em qualquer estilo.
3) Invista no seu equipamento – É melhor você ter apenas uma boa guitarra, um bom amplificador e um bom pedal delay do que ter um monte de equipamento ruim que só vai te dar dor de cabeça.
4) Estude, estude, estude – Procure um bom professor, bons métodos, frequente cursos e workshops etc.
5) Divirta-se – Nada disso faz sentido se tocar guitarra não for algo prazeroso!


sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Manual dos Acordes - Guia Completo

 

  Este manual é um guia completo de estudos com mais de 1000 acordes essenciais para quem toca rock, folk, pop, blues, country, bossa nova, jazz e clássico. Os mais importantes e mais utilizados acordes para violão e guitarra, estão reunidos neste manual e explicados em diagramas, fotos e dicas complementares para facilitar o estudo. Ideal para iniciantes e também para alunos e instrumentistas mais experientes, conta também com seções adicionais para que você possa entender com facilidade como são montados e representados graficamente os acordes nos diagramas. Todas as explicações teóricas e práticas são objetivas, para que o aprendizado seja rápido e sem complicações.
     Se você está começando a estudar agora ou simplesmente precisa relembrar ou aumentar o seu vocabulário de acordes essenciais, com certeza este manual é um excelente recurso.
     

O Capotraste

  

  O Capotraste é um dispositivo para mudar a tonalidade que você prende no braço de sua guitarra ou seu violão, próximo ao traste, da mesma forma com que você pressiona uma nota. Isso tem o efeito de deslocar a pestana (ou "traste zero") mais para cima no braço da guitarra ou violão. Alguns guitarristas pensam que usar um capotraste é roubar no jogo, mas não se pode ignorar que músicas muito boas foram gravadas com essa "pequena grande" ferramenta. Capotrastes são utilizados com mais frequência por guitarristas solistas para mudar sequências de acordes abertos para um tom mais alto, tanto para o benefício de um vocalista, como para simplesmente fazer a guitarra ou violão soar com mais clareza e com menos peso quando se toca alternando acompanhamentos de base. 



  Muitos músicos de bluegrass, country e música popular tocam sempre com um capotraste, cantores e compositores como Bob Dylan e James Taylor também o usaram em muitas músicas famosas. Capotrastes estão disponíveis para violões e guitarras acústicas e elétricas, por isso vale a pena pedir um conselho na sua loja de instrumentos local, para ter certeza de qual é o tipo certo para o seu instrumento antes de comprá-lo.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Aprenda a cuidar de suas mãos

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 Amplificadores queimados e guitarras com braços danificados são (apesar de causarem pesadelos na maioria dos mortais) situações que podem ser facilmente remediadas. Ao passo que o veículo máximo de sua expressão (suas mãos) pode sofrer danos causados por exageros e mau uso, o que lhe trará "pesadelos" ainda maiores.

 Os tendões e ligamentos das mãos que são submetidos a movimentos regulares e contínuos podem sofrer problemas denominados como Síndromes de Movimentos Repetitivos. Na realidade, tais problemas são causados por uma somatória de fatores: esforço contínuo, num mesmo movimento, má postura, tensão nervosa, entre outros.

 O ato de estudar diariamente seu instrumento exige também uma postura e preparação corretas, tanto no intuito de obter melhor desempenho como também pensando em prevenir os problemas acima citados. Para tal, leve em conta a regulagem de sua guitarra no que diz respeito à ação (altura) das cordas, pois estas, estando mais próximas da escala, demandam menos pressão dos dedos (embora percam bastante a sustentação do som). Além disso, pense em pequenos exercícios que irão ativar sua circulação sangüínea e “pré aquecer” seus músculos e tendões:

  Estenda seu braço direito como se os seus dedos estivessem sendo empurrados contra uma parede. Então, puxe os dedos com sua mão esquerda gentilmente para trás. Pare ao sentir seus tendões forçados. Depois repita o processo com sua mão e braço virados ao contrário. Você deve fazer isso por no mínimo de 20 a 30 segundos, 3 vezes em cada forma.

 Exercícios extensores de pulso - estenda seus braços de uma forma reta na sua frente com os cotovelos firmemente presos. Aponte seus dedos para baixo e puxe-os em sua direção. Faça o movimento contrário (para cima). Não use a sua outra mão como auxílio.

 Temos também um exercício específico para os dedos que é realizado da seguinte maneira: Mantenha seus dedos esticados de modo que eles apontem para cima. Puxe-os para baixo contra a palma de sua mão e enrole-os fechando o pulso. Então, desenrole os dedos até que eles apontem para cima, voltando à posição inicial. Repita o processo várias vezes.

 Faça movimentos de abrir e fechar suas mãos repetidas vezes para ativar a circulação.
 Movimentos rotatórios com os punhos fechados também são ótimos como aquecimento.
Além desses pequenos cuidados, não se esqueça das outras partes do seu corpo envolvidas no processo de tocar, como sua própria coluna. Conscientize-se, tenha cuidado e bons estudos!



terça-feira, 16 de maio de 2017

Estudo básico sobre escalas


Escalas:

 - Pentatônica
 - Maior
 - Menor
 - Harmônica
 - Melódica

  Escala é uma sucessão de sons que se distribuem em tons e semitons. É muito importante o estudo das escalas, pois ele contribui para o desenvolvimento auditivo, o desenvolvimento mecânico das mãos e a compreensão das posições das notas em todo o braço. Devemos ter em mente que toda melodia está baseada sempre em algum tipo de escala.
 
Introdução à Pentatônica

O que é Pentatônica?

  Pentatônica é o nome de uma escala formada por cinco notas, original do blues que, por ser formada de cinco notas leva esse nome.

Para que é usada? Por que estuda-la?

  É usada na criação de solos e riffs nos mais diversos campos do rock, desde o blues até o metal. É interessante você estudar a escala pentatônica pois ela é muito usado hoje em dia, compreendendo essa escala você saberá de onde famosos guitarristas criam os solos e poderá criar seus próprios solos e licks.

Iniciação

    Vamos começar a chamar as escalas pentatônicas de "pentas", pois é um termo abreviado e bastante usado, bem para começarmos é necessário saber que existem penta menor e penta maior, porém a mais conhecida e praticada é a menor. Isso já é o necessário para que você comece a estudar a escala pentatônica, é importante salientar que para que esse estudo comece o ideal é o praticante já ter alguma iniciação no instrumento.

Pentatônica Menor

 Escalas Pentatônicas Menores

  Formação das Pentatônicas Menores:

Tonica, 3ªm, 4ªjusta, 5ª e 7ªm.

  Vejamos o exemplo da Penta Menor de A(lá):

Tonica: A (lá)
3ªm: C (dó)
4ªjusta: D (ré)
5ª: E (mí)
7ªm: G (sol)

  Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:

e--------------------------5-8-
B---------------------5-8------
G----------------5-7-----------
D-----------5-7----------------
A------5-7---------------------
E-5-8--------------------------

  A C D E  G A C D  E G A C

   Repare que as notas se repetem até acabar as cordas.

  Para achar a penta de outra nota basta repetir o processo.

Vejamos o exemplo da pentatônica de E {mí):

Tonica: E (mí)
3ªm: G (sol)
4ªjusta: A (lá)
5ª: B (sí)
7ªm: D (ré)

Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:

e--------------------------0-3-
B---------------------0-2------
G----------------0-2-----------
D-----------0-2----------------
A------0-2---------------------
E-0-3--------------------------

  E G  A B D E G A B D  E G

  Repare que, novamente, as notas se repetem até acabar as cordas.


Pentatônica Maior

  As pentatônicas maiores nada mais são do que as pentas menores um tom e meio mais graves, vejamos o exemplo da penta maior de A (lá):

e--------------------------2-5-
B---------------------2-5------
G----------------2-4-----------
D-----------2-4----------------
A------2-4---------------------
E-2-5--------------------------

 F# A B C# E F# A B C# E F# A

Neste caso muda a formação:

Tonica: A (lá)
6ªM: F# (fá sustenido)
2ªM: B (sí)
3ªM: C#  (dó sustenido)
5ª: E (mí)


Desenhos da Pentatônica

  Mas a pentatônica não retém-se apenas a 1 desenho no braço do instrumento, você pode obter ainda mais quatro formações da mesma penta, basta alterar a sequência das notas de sua formação, vamos tomar por exemplo novamente a pentatônica de Am(lá), cuja a formação é A (lá), C (dó), D (ré), E (mí), G (sol). Para obter o segundo desenho basta alterar a sequência das notas, dessa maneira: C (dó), D (ré), E (mí), G (sol), A (lá), fazendo isso você alterá a posição da escala, porém, continuará exercendo a escala de  Lá ,só que em outro desenho, vejamos no braço do instrumento:

  Para tirar outros desenhos da Penta Maior faça da mesma forma.

Segundo desenho Penta Menor de A (lá)

e------------------------------8-10-
B------------------------8-10-------
G-------------------7-9-------------
D-------------7-10------------------
A-------7-10------------------------
E-8-10------------------------------

  C D   E G   A C   D E G A   C D

 Repare que onde começa o segundo desenho é exatamente onde acaba o primeiro.

Para obter o 3º, 4º e 5º desenhos basta continuar alterando a formação das notas, vejamos:

 Repare que em todos eles onde acaba um começa o outro.

Terceiro desenho Penta Menor de A 
(lá) D (ré), E (mí), G (sol), A (lá) e C (dó)

e-----------------------------------10-12-
B----------------------------10-13--------
G----------------------9-12---------------
D---------------10-12---------------------
A--------10-12----------------------------
E-10-12-----------------------------------


 Quarto desenho Penta Menor de A (lá), E (mí), G (sol), A (lá) e C (dó) e D (ré)

e------------------------------------12-15-
B-----------------------------13-15--------
G----------------------12-14---------------
D---------------12-14----------------------
A--------12-15-----------------------------
E-12-15------------------------------------


 Quinto desenho Penta Menor de A (lá),G (sol), A (lál), C (dó), D (ré) e E (mí)

e------------------------------------15-17-
B-----------------------------15-17--------
G----------------------14-17---------------
D---------------14-17----------------------
A--------15-17-----------------------------
E-15-17------------------------------------


Escala Maior

Maior natural de A:

E-----------------------------------4-5-7--
B------------------------------5-7---------
G-----------------------4-6-7--------------
D----------------4-6-7---------------------
A---------4-5-7----------------------------
E--4-5-7-----------------------------------


Fórmula da escala: Tônica, 2ªM, 3ªM, 4ªJ, 5ªJ, 6ªM e 7ªM

Escala Menor

Menor Natural de A(lá):

E------------------------------------------5-7-8--
B----------------------------------5-6-8----------
G--------------------------5-7-9------------------
D------------------5-7-9--------------------------
A----------5-7-8----------------------------------
E--5-7-8------------------------------------------


Fórmula da Escala: Tônica, 2ªM, 3ªm, 4ªJ, 5ªJ, 6ªm e 7ªm

Escala Menor harmônica

Menor Harmônica de A(lá):

E------------------------------------------5-7-8--
B----------------------------------5-6-9----------
G--------------------------5-7-9------------------
D------------------6-7-9--------------------------
A----------5-7-8----------------------------------
E--5-7-8------------------------------------------


Fórmula da Escala: Tônica, 2ª, 3ªm, 4ªJ, 5ªJ, 6ªm e 7ªM

Escala Menor Melódica

Menor Melódica de A(lá):

E------------------------------------------5-7-8--
B----------------------------------5-7-9----------
G--------------------------5-7-9------------------
D------------------6-7-9--------------------------
A----------5-7-9----------------------------------
E--5-7-8------------------------------------------

Fórmula da Escala: Tônica, 2ªM, 3ªm, 4ªJ, 5ªJ, 6ªM e 7ªM
 

Técnicas - Parte 01


O Slide é o resultado de se fazer deslizar os dedos ao longo das cordas. Esta técnica é várias vezes utilizada como forma de adicionar emoção e sensibilidade a uma música. (Exemplo: Coloque o indicador na casa 2 da segunda corda, faça soar a nota e sem retirar o indicador do braço, e enquanto a nota soa, faça-o deslizar até a casa 9 da mesma corda).
 

Por vezes é também utilizado um acessório, denominado mesmo por Slide ou Bottleneck (gargalo de garrafa), num dos dedos da mão esquerda que produz efeitos originais quando deslizado pelas cordas.

O Vibrato é o efeito que se consegue fazendo oscilar rapidamente e de um lado para o outro a ponta do dedo que prende a corda, provocando uma variação na frequência muito usada como forma de expressão. (Exemplo: Toque uma nota qualquer à sua escolha, e sem retirar o dedo dessa casa, mova a ponta do dedo rapidamente para um lado e para outro). 


As alavancas de tremolo foram originalmente concebidas para produzir o efeito de Vibrato. Os guitarristas cedo se aperceberam da sua potencialidade para executarem também Bending (Bend) até então impossíveis com os métodos convencionais.

A Alavanca de Tremolo é uma peça mecânica que faz oscilar a ponte da guitarra, alterando a tensão e a altura do som nas cordas. As unidades de tremolo formam colocadas nas guitarras a partir de 1950, quando o seu efeito Twang se tornou uma imagem de marca de guitarristas como Duane Eddy, Hank Marvin e Dick Dale. Alguns guitarristas usavam-no para fazerem enormes alterações do som, o que frequentemente levava a que a guitarra ficasse desafinada quando a alavanca de tremolo regressava a sua posição normal. A solução para isso foi o sistema de encaixe para tremolo, desenvolvido pelo guitarrista Floyd Rose. O seu sistema mostrou-se tão eficaz, que as unidades de tremolo alternativas deixaram praticamente de ser usadas.



terça-feira, 18 de abril de 2017

Exercícios para melhorar a palhetada e a digitação

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  Veremos agora alguns exercícios para melhorar a palhetada e a digitação da mão esquerda, são aqueles bons, básicos e velhos exercícios psico-motores, mas que dão um resultado bem legal, se você estudá-los.

  Os primeiros quatro exercícios são apenas palhetadas em corda solta subindo e descendo, primeiro com 4 notas por corda, depois 3, 2 e finalmente 1. Como são exercícios de técnica e que se repetem continuamente, preferi não deixar específico nenhuma fórmula de compasso. O 5º exercício é um padrão de cordas soltas bem legal para treinarmos palhetada.
  
 Os próximos três exercícios têm como objetivo conseguir uma melhor digitação com a mão esquerda. O primeiro é o conhecidíssimo 1,2,3,4, depois temos uma variação desse tocando um na corda cima e um na corda de baixo e o terceiro é tocado na diagonal. São todos exercícios muito bons se tratando de palhetada e digitação, você pode se quiser, montar padrões diferentes para seus estudos.
 
Ex. 01
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Ex. 02
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Ex. 03
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Ex. 04
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Ex. 05
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Ex. 06
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Ex. 07
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Ex. 08
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