segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Classificando os intervalos

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Chama-se intervalo a diferença em altura entre duas notas musicais. O intervalo é o mesmo tanto quando as notas soam juntas (intervalo harmônico) como quando soam uma após outra (intervalo melódico). Os intervalos no caso de duas notas com a mesma altura são chamados de uníssonos. No caso de duas notas com uma oitava de distancia são chamados de oitavas. Os intervalos podem ser identificados por sua posição na escala diatônica. O mais fundamental de todos os intervalos é o de oitava; ele determina a primeira e a ultima nota da escala.
  Todos os outros intervalos são então, nomeados de acordo com sua distancia da primeira nota da escala. São chamados então, de segundas, terças, quartas, quintas, sextas e sétimas.  Esse sistema cobre as oito notas da escala maior diatônica (incluindo a oitava). A oitava é dividida em doze semitons produzindo treze notas diferentes incluindo a oitava. Há um sistema que define cada intervalo como sendo justo, maior, menor, aumentado e diminuto.
         Entre os intervalos diatônicos o termo justo aplica-se á quarta, á quinta e a oitava. Os intervalos de segunda, terça, sexta e sétima podem ser tanto maiores como menores. O intervalo formado entre a tônica e a nota situada entre a quarta e a quinta pode ser chamado tanto de quarta aumentada como de quinta diminuta.
CLASSIFICAÇÃO DOS INTERVALOS
Os intervalos são assim classificados:
Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se menor.
Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se maior.
Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se aumentado.
Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se diminuto.
Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se aumentado.
Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se diminuto.

Dicas para escolher a guitarra certa

Nesta postagem falaremos tudo que você deve fazer antes e depois de comprar sua guitarra. Preste atenção nessas dicas, elas são muito importantes para que você não seja passado pra trás.
Para valer o investimento, primeiramente a guitarra deve ter boa entonação. Como já vimos isto significa que ao longo do comprimento do braço, as notas tem o tom correto, sem desafinações em certas partes. Uma guitarra com entonação ruim simplesmente soa ruim, sendo horrível até para iniciantes e amadores, pois atrapalha o treinamento do que seria um instrumento "afinado" - em outras palavras, é possível que o uso prolongado de um instrumento mau entonado acostume o seu ouvido a uma afinação errada - além de espantar qualquer possível audiência.
Além disso, uma boa guitarra deve oferecer ajuste pleno na ponte e através de tensor. Isto permite que com um investimento baixo você possa submeter o instrumento a um Luthier, modificando consideravelmente sua qualidade e tocabilidade.
Note também: trastes de material ruim, gastos, mal fixados ou irregulares (deite a guitarra e, colocando-a à altura de seus olhos, observe o braço como se fosse um trilho de trem: observe se os trastes são paralelos e têm a mesma altura) proporcionam uma entonação ruim e trastejamento - vale a pena pagar para ajustar este tipo de problema.
No tocante à afinação, a guitarra deve manter a afinação. Nada é mais chato do que assistir à uma apresentação onde o guitarrista tem que afinar o instrumento a cada música - além do que, normalmente ao final da música, a desafinação acaba com seu som. Problemas de desafinação constante provêm normamente de 2 fatores: pestana ou tarraxas.
Se a pestana for de plástico ou osso, pague para um técnico ajustar os cortes na medida correta. Lubrificá-la é outra alternativa. Trocar por uma de grafite ou circular podem ser alternativas - consulte um luthier.
Tarrachas de boa qualidade também não são caras, e a troca é muito simples, se feita por um profissional. Kits da Grover, Sperzel ou até Gotoh(que contam com sistema de "lock") são ótimas opções.
Os pick-ups (captadores) não devem chiar demais. Caps baratos normalmente chiam demasiadamente - além de terem timbre pobre e fraco. Não devem proporcionar microfonia em excesso - especialmente quando ligados a equipamentos de distorção. Isto ocorre porque os fios do enrolamento das bobinas vibram uns contra os outros - típico de caps baratos, que tem blindagem inapropriada. Você tem 2 possibilidades: uma delas é mergulhar os caps em parafina derretida, o que diminui a vibração - mas não corrige o timbre; a outra, é investir um bocado e instalar pick-ups de boa qualidade.
Se a segunda opção é a sua, lembre-se: o valor do investimento em pick-ups de boa qualidade - como Fender, Gibson, PRS, DiMarzio, Seymour/Duncan (visite os sites destes fabricantes e confira - em inglês - as características de cada um) é altíssimo.
Considere ao comprar uma guitarra se valerá a pena fazer a alteração - recomendada somente se a guitarra for realmente boa, ou se ao vendê-la, você recolocar os antigos caps e guardar os de boa qualidade para sua próxima aquisição.
Verifique também os controles: se ao girá-los você ouvir ruídos ou eles não modificarem o som da guitarra ao serem girados, é melhor trocá-los. O investimento é barato e vale muito a pena. Normalmente, os problemas são causados por potenciômetros velhos.
O jack de saída deve proporcionar um encaixe perfeito com o plug do cabo - o conserto deste problema também é barato.
Não tente economizar em cabos. Cabos de baixa qualidade roubam o sinal da guitarra (principalmente as freqüências altas). Além disso, os cabos mais baratos são mal soldados e não possuem blindagem, o que os torna fracos e propensos a ruídos. Prefira os cabos com blindagem nos plugs. Molas na saída dos plugs também são muito úteis, para evitar a quebra dos fios. Cabos com revestimento de nylon, tipo corda, são os mais resistentes, além de serem coloridos e facilmente diferenciados.
Cordas são fundamentais para abrilhantar seu som e fazer com que a música soa suave. Um jogo de cordas importado profissional, o mesmo utilizado por seu "guitar hero", não custa mais do que US$8,00. Cordas novas tem melhor entonação e soam muito mais brilhantes. Investir num líquido de limpeza de cordas (geralmente antioxidantes) maximizará ainda mais o tempo de vida de suas cordas (experimente o Fast Fret, da GHS - passar com um pano sempre que terminar de tocar). De qualquer forma, trocar as cordas regularmente de 2 em 2 meses, não vai te matar - mais ainda levando-se em consideração as altas taxas de umidade relativa do ar em nosso país (Brasil), o que acelera o processo de oxidação.